Categoria Master tem destaque no Sul Americano de Jet Ski

Reinaldo Cangueiro piloto da categoria master expõe sua opinião sobre o panorama do jet ski no Brasil e conta um pouco de sua trajetória.
Aos 46 anos, o piloto de jet-ski participou do Prolife Sul Americano, realizado nos dias 1 e 2 de dezembro na cidade de Guaíba. O paulista de Fernandópolis mostrou que experiência e disposição são atributos muito valorizados no momento das disputas nas águas. Na competição Open Lake, categoria Master, Reinaldo ficou em 1º lugar, já na competição de circuito fechado acelerando pela categoria Turbo GP, Cangueiro subiu ao pódio na 3ª colocação.

Com duas décadas de experiência no esporte, Cangueiro esteve pela primeira vez no Rio Grande do Sul para competir no Sul Americano.
“Fui muito bem recebido pelos gaúchos. O esporte me oportunizou conhecer o Brasil inteiro, competir pela Master no Sul Americano tem um gostinho especial é a mais gratificantes das categorias.” – afirmou se referindo a categoria para pilotos com mais de 45 anos – “o piloto briga com seus próprios limites, no entanto contamos com um alto nível de experiência e em conseqüência disso, disputas mais técnicas.”

Para Reinaldo Cangueiro, que também corre em categorias mais rápidas como a Turbo GP e as Stocks, a visão do Jet Ski como esporte mudou muito nos últimos anos, surgiram campeonatos mais organizados que se fortaleceram com o passar do tempo. O nível dos competidores, tanto em relação aos equipamentos quanto no quesito globalização, também evoluiu muito. Os motores ganharam conhecimento e tecnologias para preparação, além da troca de experiência com pilotos do mundo todo, o que contribui para o desenvolvimento da modalidade.

Na opinião do piloto, a profissionalização do esporte dividiu os usuários do Jet Ski em duas classes: o piloto de final de semana e os profissionais. Para ele, esta segunda categoria de pilotos ficou prejudicada com a repercussão das notícias do mau uso do equipamento e os acidentes divulgados nos últimos anos. Os pilotos profissionais usam capacetes, coletes regulamentados, pilotam a uma distância segura de banhistas e possuem cursos específicos para a pilotagem. O ideal seria que todos utilizassem o jet com a mesma responsabilidade.

Em sua primeira experiência no Lago Guaíba, Cangueiro valorizou a estrutura metropolitana da orla. “O Guaíba é um lugar ímpar por que conta com características que exige muita habilidade do piloto. A competição de endurance realizada neste Sul Americano foi surpreendente, dividir o trajeto com pilotos de nível técnico mundial como Daniel Mckey, que é um piloto incrível, e com a equipe chilena foi muito bom. Neste final de semana competi com pilotos que nunca tinham disputado comigo, isso nos faz aprender permanentemente”, finaliza Cangueiro.

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